- Exatidão básica
- ±0,2 % (classe 0,2)
- Modo de medição
- AC na série AC; AC, DC e RMS na série AC/DC
- Entrada de tensão
- 3 a 600 V AC; 3 a 600 V AC + DC na série AC/DC
- Faixas de corrente
- de 5 mA a 20 A até 50 mA a 200 A, conforme a série e o valor nominal
- Conjunto de medições
- Tensão, corrente, potência ativa, fator de potência, frequência, potência aparente, potência reativa, ângulo de fase, potência média e energia acumulada
- Display
- LED de alto brilho, cinco dígitos, quatro janelas
- Interface
- RS232 com Modbus RTU como padrão; RS485 ou saída a relé sob encomenda
- Alimentação
- 220 V, ou 85 a 265 V AC / 100 a 300 V DC
- Recorte do painel
- 210 × 95 mm
- Corpo
- 300,2 × 215 × 100,6 mm, cerca de 2,3 kg
Um medidor de potência é comprado para responder o que uma carga está fazendo, e não o que uma fonte é capaz de fornecer. O instrumento lê tensão e corrente no mesmo instante e calcula todo o resto a partir desse par, e é por isso que ele não pode ser substituído por duas leituras separadas feitas uma depois da outra.
Visão geral do produto
A faixa cobre a medição monofásica em três séries. A série de corrente alternada é feita para a verificação elétrica geral, uma segunda versão é voltada ao trabalho de eficiência, em que o número interessante fica muito abaixo da carga nominal, e a terceira acrescenta a medição em corrente contínua para adaptadores, carregadores e fontes de CC.
O que as separa em uso não é a resolução, e sim as duas pontas da faixa de corrente. O topo da faixa decide a maior unidade que pode ser ensaiada, e a base decide se um número de espera é uma medição ou apenas um número em um display. As duas pontas são informadas por valor nominal de corrente, e não por instrumento, e é por isso que um orçamento desta família volta como uma série e um valor nominal, e não como um número de modelo sozinho.
Como o medidor funciona
A tensão sobre a carga e a corrente que a atravessa são amostradas juntas e convertidas contra uma única base de tempo. Multiplicar as duas ponto a ponto e fazer a média do resultado sobre um número inteiro de ciclos dá a potência ativa diretamente, sem supor que a forma de onda é senoidal ou que a carga é linear. O fator de potência decorre disso como a razão entre a potência ativa e o produto dos valores eficazes de tensão e corrente, e as potências aparente e reativa vêm dessas mesmas três grandezas.
Essa aritmética é a razão de o instrumento existir nesta forma. Uma média retificada multiplicada por uma média retificada dá a resposta certa apenas em uma senoide limpa; uma fonte comutada, um regulador de brilho ou um acionamento produz uma forma de onda para a qual os dois métodos diferem, e o erro corre em um só sentido. Um instrumento que amostra e multiplica não depende do formato da onda, e é por isso que o mesmo instrumento pode ser usado tanto em um aquecedor quanto em uma fonte.
Como escolher o medidor de potência certo
Três respostas fecham a seleção. A primeira é se a aplicação inclui corrente contínua: se um adaptador, um carregador ou uma fonte de CC vai ser caracterizado, a série de corrente alternada não pode fazer esse papel, e a decisão está tomada. A segunda é a faixa de corrente nos dois extremos, tomada da maior unidade a ensaiar e do menor número de consumo que a norma do ensaio nomeia. A terceira é a natureza da carga, porque um acionamento ou uma fonte comutada exige uma conversão que concorde com as leituras tomadas ao redor dela.
As escolhas restantes são feitas uma vez e ficam fixas. Uma série de baixa corrente é a diferença entre medir o consumo em espera e apenas exibi-lo. Um total de energia com tempo decorrido transforma um ensaio em um número de consumo. Um barramento isolado ou uma saída a relé precisa ser pedido junto com o instrumento, já que nenhum dos dois pode ser acrescentado depois.
Limites de medição e critérios de seleção
Este instrumento caracteriza uma carga em uma bancada ou em uma posição de ensaio. Ele não diagnostica a forma de onda que produziu a leitura: conteúdo de harmônicas, distorção, desequilíbrio e transitórios pertencem a um analisador de qualidade de energia, que é um instrumento diferente, com outra finalidade. Onde a pergunta é por que um número é o que é, e não qual é o número, o medidor de potência está no lado errado da cadeia de diagnóstico.
Dois limites operacionais decorrem dessa mesma construção. Correntes altas passam por um shunt externo, de modo que a exatidão dos valores nominais maiores depende de um componente que pode não fazer parte do instrumento; e o número básico da classe vale sob condições calibradas, com o erro crescendo à medida que o fator de potência cai. Os dois são razões para declarar a aplicação na consulta, em lugar de escolher apenas pela tabela de parâmetros.
Todos os valores abaixo vêm da documentação de origem. Quando um parâmetro não consta no material disponível, ele aparece marcado como Informação necessária, e não estimado.